A ARTE foi criada em 2025, no âmbito da reestruturação da Agência para a Modernização Administrativa (AMA), com o objetivo de promover a modernização e simplificação administrativa, assegurar a interoperabilidade de sistemas e dados, implementar políticas de cibersegurança e dados, integrar tecnologias emergentes, coordenar a rede de atendimento omnicanal e presencial, e reforçar a capacitação digital da sociedade portuguesa, atuando em estreita articulação com todas as entidades da Administração Pública.
Conselho Diretivo
Membros e quadro legal da direção da ARTEA estrutura da ARTE assenta num modelo de governação claro e transparente, com órgãos responsáveis pela direção, coordenação e implementação das suas principais funções. O Conselho Diretivo da ARTE é composto pelos seguintes membros:
Manuel Dias
Presidente da ARTE
Mónica Letra
Vogal do Conselho Diretivo da ARTE
João Roque Fernandes
Vogal do Conselho Diretivo da ARTE
Os membros do Conselho Diretivo da ARTE auferem a remuneração decorrente da aplicação conjugada do Artigo 10.º-A, do Decreto-Lei n.º 43/2012, de 23 de fevereiro (pdf 180 kb), com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 126/2012, de 21 de junho (pdf 189 kb), n.º 2 da Resolução do Conselho de Ministros n.º 71/2012, de 2 de agosto (pdf 194 kb) e n.ºs 2, 10 e 11 da Resolução do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 9 de fevereiro (pdf 186kb).
Organograma
Saiba como estamos organizados
Conheça a estrutura organizacional da ARTE e as diferentes áreas que compõem a agência. O organograma apresenta a hierarquia, departamentos e equipas responsáveis pela gestão, desenvolvimento e operação dos serviços públicos digitais em Portugal. Transparência na organização para melhor servir o país.
Competências
Descubra as áreas de atuação da ARTEA ARTE desenvolve atividades essenciais ao funcionamento do Estado, assegurando serviços estratégicos e contribuindo para a modernização da Administração Pública.
Estratégia de transformação digital da Administração Pública
Contribuir para a definição e coordenar a execução da estratégia transversal e unificada de transformação tecnológica e de digitalização da Administração Pública, em alinhamento com as políticas definidas pelo Governo, apoiando e intervindo junto das entidades e serviços da Administração Pública sempre que necessário e suportando os objetivos de interoperabilidade, simplificação e melhoria da prestação de serviços públicos.
Arquitetura e governação de sistemas de informação do Estado
Definir a arquitetura transversal e a governação de sistemas de informação da Administração Pública, garantindo a plena interoperabilidade de sistemas e dados, consultando as entidades públicas com atribuições de gestão dos sistemas de informação das diferentes áreas setoriais do Estado.
Infraestrutura tecnológica e capacidade de processamento de dados
Contribuir para a definição e coordenar a implementação das linhas estratégicas e políticas transversais relacionadas com a infraestrutura física de conectividade, alojamento e processamento de dados da Administração Pública, promovendo a criação de uma capacidade central otimizada, em coordenação com as entidades da Administração Pública com atribuições nestas matérias.
Adoção de tecnologias emergentes e inteligência artificial
Promover a adoção transversal de tecnologias emergentes e a implementação de aplicações, processos e procedimentos inovadores na Administração Pública, nomeadamente na área da Inteligência Artificial, incluindo a gestão de iniciativas e a disseminação de modelos de Inteligência Artificial, com foco na maximização do valor para cidadãos e empresas e no desenvolvimento e escala de novas soluções para a Administração Pública e no apoio ao desenvolvimento e implementação de soluções de avaliação e deteção de fraudes na interação com os serviços públicos.
Cibersegurança e segurança da informação
Garantir, de forma transversal, a implementação e monitorização de políticas de cibersegurança, segurança da informação e conformidade legal, em estreita articulação com as entidades da Administração Pública com atribuições nestas matérias.
Política nacional e governação de dados
Desenvolver e coordenar a implementação de uma política nacional e unificada de dados, em linha com as políticas definidas pelo Governo, assegurando a governação, segurança, qualidade e interoperabilidade dos dados produzidos pela Administração Pública e contribuindo para a aplicação generalizada do princípio ‘só uma vez‘.
Sistema de atendimento omnicanal do Estado
Assegurar a concretização de um sistema de atendimento omnicanal na Administração Pública, que garanta uma experiência centrada nas necessidades dos cidadãos e das empresas transversalmente a todos os serviços do Estado.
Rede de atendimento presencial e Espaços Cidadão
Gerir e desenvolver a rede de atendimento presencial e mediado para os cidadãos e as empresas, nomeadamente as lojas do cidadão, os espaços cidadão e o sistema de informação para a gestão do atendimento, garantindo a devida integração com o sistema de atendimento omnicanal, em articulação com as entidades da Administração Pública com atribuições nestas matérias.
Aquisição e gestão de bens e serviços TIC
Coordenar a definição dos termos e requisitos necessários ao processo de aquisição de bens e serviços TIC, promovendo a racionalização e redução de custos e a modernização dos equipamentos e aplicações, incluindo os equipamentos, sistemas e rede informática do Governo, em articulação com as entidades da Administração Pública com atribuições nestas matérias.
Avaliação de investimento público em tecnologias
Dar parecer prévio e acompanhar os projetos em matéria de investimento público e dar parecer prévio sobre a afetação de fundos europeus, no contexto da modernização e simplificação administrativa e da administração eletrónica.
Desenvolvimento de competências digitais
Assegurar a gestão e operacionalização das estratégias integradas para o desenvolvimento de competências digitais, no âmbito da transição digital da sociedade e do Estado, bem como assegurar a ação articulada no âmbito da transição digital da economia, em articulação com as entidades da Administração Pública com atribuições nestas matérias.
Participação cívica digital
Promover a participação cívica através da utilização de ferramentas tecnológicas e digitais e a adoção e integração de tecnologias emergentes nos processos de consulta e auscultação de cidadãos e empresas, em articulação com as entidades da Administração Pública.
Estudos e investigação em transformação digital
Promover a realização de estudos, análises estatísticas e prospetivas e estimular atividades de investigação, de desenvolvimento tecnológico e de divulgação de boas práticas, nas áreas da transformação tecnológica e modernização e simplificação administrativa.
Serviços de certificação temporal
Assegurar serviços de certificação temporal que permitam a validação cronológica de transações e documentos eletrónicos.
Certificados digitais para altos cargos do Estado
Emitir, no âmbito da atividade de certificação eletrónica, certificados digitais identificadores da qualidade de titular de alto cargo, ou outros de especial relevo, da Administração Pública, nos termos definidos pelo conselho gestor do Sistema de Certificação Eletrónica do Estado – Infraestrutura de Chaves Públicas.
Gestão de certificados de autenticação e cifra
Gerir certificados relacionados com a autenticação de sítios web e servidores, bem como de autenticação e cifra.
Cooperação internacional em transformação digital
Assegurar a representação externa e estabelecer relações de cooperação no âmbito das suas atribuições com outras entidades estrangeiras, nomeadamente no quadro na União Europeia e dos países de língua oficial portuguesa.
Atribuições
O nosso compromisso públicoAs atribuições da ARTE refletem a nossa responsabilidade em liderar a transição digital do Estado. Atuamos na conceção, execução e avaliação de políticas que garantam uma Administração Pública mais ágil, interoperável e centrada no cidadão.